Lembrei-me de ti numa tarde,
que fazia muito calor.
Vi-te em toda a parte,
cresceu em mim o meu amor.
Amor por ti e por mim,
que grande e imenso.
Amor que não tem fim,
é doce, salgado e muito intenso.
Lembrei-me de ti numa noite,
ao olhar as estrelas no céu.
Deslumbrante a sua luz põe-te
atrás do transparente véu.
Véu que não mostra a verdade,
véu onde te escondes, amor!
Mas, a doce realidade,
não enfraquece o meu fervor.
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
Uma noite de amor
Uma rosa caída no chão,
tanta roupa espalhada,
a comida no fogão,
a garrafa já não tem nada.
Dois copos vazios na mesa,
mais roupa pelo chão,
aconteceu… Que beleza!
há amor no meu coração!
Uma noite muito louca,
uma hora desvairada,
começou com um beijo na boca
e ainda não tá terminada…
tanta roupa espalhada,
a comida no fogão,
a garrafa já não tem nada.
Dois copos vazios na mesa,
mais roupa pelo chão,
aconteceu… Que beleza!
há amor no meu coração!
Uma noite muito louca,
uma hora desvairada,
começou com um beijo na boca
e ainda não tá terminada…
quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
Por entre campos
A correr pelo meio das espigas,
sentindo o ar tão quente,
à espera que tu me digas,
para parar, tão somente!
Vi papoilas e malmequeres,
e outros tipos de flores.
Deixar-me tu não queres,
Porquê? Se tens outros amores...
A tua resposta foi demais...
Deixou-me sem respiração.
Começo a querer mais,
a tua companhia, doce paixão.
Quero-te sentir, sim senhor!
Jamais te deixarei,
teu corpo, teu cheiro, meu amor...
sem ti não viverei...
A correr pelo meio das espigas,
sentindo o ar tão quente,
à espera que tu me digas,
para parar, tão somente!
Vi papoilas e malmequeres,
e outros tipos de flores.
Deixar-me tu não queres,
Porquê? Se tens outros amores...
A tua resposta foi demais...
Deixou-me sem respiração.
Começo a querer mais,
a tua companhia, doce paixão.
Quero-te sentir, sim senhor!
Jamais te deixarei,
teu corpo, teu cheiro, meu amor...
sem ti não viverei...
sentindo o ar tão quente,
à espera que tu me digas,
para parar, tão somente!
Vi papoilas e malmequeres,
e outros tipos de flores.
Deixar-me tu não queres,
Porquê? Se tens outros amores...
A tua resposta foi demais...
Deixou-me sem respiração.
Começo a querer mais,
a tua companhia, doce paixão.
Quero-te sentir, sim senhor!
Jamais te deixarei,
teu corpo, teu cheiro, meu amor...
sem ti não viverei...
A correr pelo meio das espigas,
sentindo o ar tão quente,
à espera que tu me digas,
para parar, tão somente!
Vi papoilas e malmequeres,
e outros tipos de flores.
Deixar-me tu não queres,
Porquê? Se tens outros amores...
A tua resposta foi demais...
Deixou-me sem respiração.
Começo a querer mais,
a tua companhia, doce paixão.
Quero-te sentir, sim senhor!
Jamais te deixarei,
teu corpo, teu cheiro, meu amor...
sem ti não viverei...
Tic-tac
Apareceu num sonho medonho,
que me fez logo acordar,
com um embalar enfadonho,
quase me fez de novo sonhar.
Que lenga-lenga absurda,
que não me deixa dormir,
causa tristeza profunda,
só me apetece fugir.
É um tic-tac repetido
de um relógio antigo,
apareceu atrevido,
enquanto sonhava contigo!
Uma menina feliz
Pedi à lua...
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Pedi á lua…
Um beijo teu, carinho meu!
Pedi á lua…
Um abraço, doce amasso!
Pedi á lua…
A paz, como se ela fosse capaz!
Pedi á lua…
Amor! Ela fugiu com fervor…
Pedi á lua…
Uma coisa tua, uma coisa minha,
mente que flutua, mente fraquinha..
Pedi á lua…
Um beijo teu, carinho meu!
Pedi á lua…
Um abraço, doce amasso!
Pedi á lua…
A paz, como se ela fosse capaz!
Pedi á lua…
Amor! Ela fugiu com fervor…
Pedi á lua…
Uma coisa tua, uma coisa minha,
mente que flutua, mente fraquinha..
Pedi á lua…
A brisa
A brisa acaricia a face, é tão fresca e suave
que o seu toque é de classe e sinto-me leve como ave.
A frescura da brisa parou e senti na face rubor
como ferida que sarou, como desabrochar da flor.
toquei de leve com os dedos, na face ruborizada,
como quem conta seus segredos fiquei mais aliviada.
aliviada e tranquila, deitei-me na cama feita,
com o pensamento em fila, como que preso a uma seita.
levantei-me e praguejei, tornei o corpo a deitar.
O pensamento libertei e sim comecei a sonhar.
Sonhei contigo, sonhei comigo
sonhei com a brisa leve,
sonhei e ainda sinto seu toque, mesmo que breve!
que o seu toque é de classe e sinto-me leve como ave.
A frescura da brisa parou e senti na face rubor
como ferida que sarou, como desabrochar da flor.
toquei de leve com os dedos, na face ruborizada,
como quem conta seus segredos fiquei mais aliviada.
aliviada e tranquila, deitei-me na cama feita,
com o pensamento em fila, como que preso a uma seita.
levantei-me e praguejei, tornei o corpo a deitar.
O pensamento libertei e sim comecei a sonhar.
Sonhei contigo, sonhei comigo
sonhei com a brisa leve,
sonhei e ainda sinto seu toque, mesmo que breve!
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